O texto visa falar sobre a criação publicitária do meio de comunicação Revista, analisando as campanhas de 2007, 2008 e 2009 da revista veja. Introdutoriamente, existem comunicações de massa e dentro delas há a propaganda (tradicional, a de marketing moderno e a publicidade de relacionamento), que vive em um embate quanto ao seu verdadeiro papel (vender ou informar?).
O pontapé para o avanço da publicidade brasileira se deu após a propaganda militar, que influenciou a forma de fazer propaganda atual, com sua preocupação estética e persuasiva, visando assegurar as ideias que fortalecem o poder através da manipulação.
Com as novas formas de meios publicitários, a revista passou a focar em informar/divulgar produtos e serviços considerados novos. Seu discurso tornou-se sedutor, levando as pessoas a consumirem não pelo produto, mas pelos benefícios imaginários que estes teriam. O consumismo que pairava na era militar visava instaurar a nova ordem, logo a publicidade exercia papel fundamental.
A propaganda tradicional perdeu espaço para as técnicas discursivas do marketing norte-americano, afastando-se da interação e do diálogo com o consumidor, que foi perdendo a voz para escrita imperativa do discurso atual. Ou seja, houve uma evolução na imagem, enquanto a escrita foi deixada em segundo plano.
Porém, através do departamento de marketing da General Motors, surgiram as primeiras agências de publicidade, que tornaram os anúncios além de atrativos/interativos, sem preconceitos com textos longos, com valores estratégicos mais complexos.
A Segunda Guerra Mundial também foi importante para a mudança da propaganda, que passou a provocar a alienação das massas. O discurso publicitário mais uma vez é empobrecido.
Atualmente, a manipulação visual também é presente graças a tecnologia. A dificuldade da propaganda de hoje é focar em elementos que dão autenticidade e o diferencie, com uma iconografia original e diferente, seduzindo o consumidor pela novidade, pelo interessante.
A dupla conclui que a publicidade, regida pelo marketing, com o passar dos anos tornou-se evasiva, ou seja, não satisfazendo a real necessidade do cliente; estereotipada, criando modelos inalcançáveis e gerando uma patologia social. Entretanto, lentamente ela vem mudando, se adequando a sociedade que tem sofrido transformações em seu modo de pensar e viver.
O pontapé para o avanço da publicidade brasileira se deu após a propaganda militar, que influenciou a forma de fazer propaganda atual, com sua preocupação estética e persuasiva, visando assegurar as ideias que fortalecem o poder através da manipulação.
Com as novas formas de meios publicitários, a revista passou a focar em informar/divulgar produtos e serviços considerados novos. Seu discurso tornou-se sedutor, levando as pessoas a consumirem não pelo produto, mas pelos benefícios imaginários que estes teriam. O consumismo que pairava na era militar visava instaurar a nova ordem, logo a publicidade exercia papel fundamental.
A propaganda tradicional perdeu espaço para as técnicas discursivas do marketing norte-americano, afastando-se da interação e do diálogo com o consumidor, que foi perdendo a voz para escrita imperativa do discurso atual. Ou seja, houve uma evolução na imagem, enquanto a escrita foi deixada em segundo plano.
Porém, através do departamento de marketing da General Motors, surgiram as primeiras agências de publicidade, que tornaram os anúncios além de atrativos/interativos, sem preconceitos com textos longos, com valores estratégicos mais complexos.
A Segunda Guerra Mundial também foi importante para a mudança da propaganda, que passou a provocar a alienação das massas. O discurso publicitário mais uma vez é empobrecido.
Atualmente, a manipulação visual também é presente graças a tecnologia. A dificuldade da propaganda de hoje é focar em elementos que dão autenticidade e o diferencie, com uma iconografia original e diferente, seduzindo o consumidor pela novidade, pelo interessante.
A dupla conclui que a publicidade, regida pelo marketing, com o passar dos anos tornou-se evasiva, ou seja, não satisfazendo a real necessidade do cliente; estereotipada, criando modelos inalcançáveis e gerando uma patologia social. Entretanto, lentamente ela vem mudando, se adequando a sociedade que tem sofrido transformações em seu modo de pensar e viver.
Bom trabalho meninas!
ResponderExcluirEstarei à disposição para esclarecer as dúvidas.
Monitor - Johnathan Alves